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| © LAURENCE GRIFFITHS / GETTY IMAGES |
Ao não sofrer gol na Itália, a Juventus sabia ter uma grande vantagem na volta em Monaco: o time da casa teria de ter cautela. Um gol da Velha Senhora no Principado forçaria o Monaco a marcar outros três. O técnico Leonardo Jardim preferiu não arriscar e o resultado foi um primeiro tempo com cara de 0 a 0 desde o início.
Buffon praticamente não trabalhou. Além de cobrar tiros de metas e cortar cruzamentos, o goleiro veterano fez uma defesa tranquila em chute de Kondogbia, homem mais ativo no meio-campo do Monaco. Ferreira-Carrasco também se movimentou bastante no ataque, embora sem conseguir finalizar.
A grande chance da primeira etapa surgiu dos pés de Tevez, em lance isolado no ataque. O atacante bateu forte, ao lado do gol. Subasic sequer precisou fazer a defesa.
A entrada de Berbatov na vaga do volante Toulalan no intervalo era um indicativo de que o Monaco finalmente estava disposto a arriscar. De fato, os primeiros minutos do segundo tempo foram bem mais movimentados, e os donos da casa quase igualaram a eliminatória no abafa, em bola cruzada para a área que por pouco não encontrou o caminho do gol, com saída atrapalhada de Buffon.
De imediato, a Juve também encontrou seu primeiro bom contra-ataque. Morata, na cara do gol, estava em posição de impedimento, mas era um aviso para o Monaco: qualquer desatenção poderia ser fatal. Era quase tudo que o jogo precisava para ficar interessante, faltou apenas inspiração, para os dois lados.
No fim, o 0 a 0 era o placar que a partida merecia. Melhor para a Juventus, que avança com gol solitário de Vidal em Turim.

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