O técnico Celso Roth experimentou novas táticas ao longo da partida. Mudou o esquema e jogou no 4-4-3, com Anderson Salles atuando como volante. O jovem Henrique começou o duelo como novidade na lateral-esquerda, mas deixou o campo logo com cinco minutos, machucado, para o retorno de Christianno.
Na zaga, atuou Aislan, que quase comprometeu aos nove minutos. Adriano Pardal deu lindo drible no defensor e mandou para o meio, onde estava Maciel. O arremate levou perigo para Jordi (o goleiro também era novidade, por sinal).
Maciel tentou de novo aos 11, parando no goleiro. O meio-campo com três homens proposto por Roth não marcava bem, deixando espaços atrás.
Enquanto o Mecão dava trabalho para Jordi, o Vasco, com dificuldade em trocar passes na frente, tentava arriscar de fora da área, mas a pontaria não era das melhores.
O Cruz-Maltino só foi ser perigoso nos acréscimos, na bola parada. Na primeira chance, Aislan obrigou Busatto a fazer grande defesa e jogar para escanteio. Após a cobrança, Riascos acertou a trave e, no rebote, Herrera mandou para a rede.
Mesmo com algumas falhas, Vasco consegue resultado
A vantagem construída no final do primeiro tempo acabou logo no início do segundo. Após Jordi dar rebote, Aislan falhou feio e Reis deixou tudo igual.
Pouco depois do gol, Roth colocou Jhon Cley na vaga de Riascos. O meia foi derrubado na área aos 16, e o mediador marcou pênalti. Anderson Salles bateu bem e recolocou o Vasco na dianteira.
O Cruz-Maltino recuou um pouco após o tento, mas um belo gol de Emanuel Biancucchi tranquilizou a torcida. O argentino chutou bonito após corte errado da defesa e ampliou. Nem a expulsão de Dagoberto estragou a vitória.

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